Nefelometria e turbidez: sua calibração está conforme as normas?
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A turbidez é um dos principais parâmetros físicos de qualidade da água — e sua medição adequada impacta diretamente na segurança sanitária, controle de processos e conformidade regulatória.
No artigo técnico
“Nefelometria e Padrões de Turbidez” (Rev. 02 – 11/2025), são abordados os fundamentos metrológicos da medição nefelométrica, as diferenças entre fontes ópticas e a correta aplicação de padrões primários e secundários.
Alguns pontos destacados:
• Princípio da medição: nefelômetros utilizam detecção de luz espalhada a 90°, com fontes como lâmpada de tungstênio (USEPA 180.1) ou LED infravermelho (ISO 7027). A escolha impacta na sensibilidade e interferência de cor.
• Importância operacional: A turbidez indica a eficiência da filtração e da desinfecção e influencia a qualidade estética da água. Valores acima de 1 NTU podem impactar significativamente a eficiência desinfetante.
• Padrões primários: a formazina permanece referência histórica de calibração. Suspensões estabilizadas oferecem maior estabilidade e praticidade, mantendo equivalência técnica quando corretamente certificadas.
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Padrões secundários: utilizados para verificação de calibração. Devem ser monitorados quanto à degradação e substituídos conforme orientação do fabricante.
O artigo reforça um ponto essencial:
a confiabilidade do resultado depende tanto do instrumento quanto da estratégia de calibração e verificação adotada pelo laboratório.
Em ambientes regulados — saneamento, indústria farmacêutica, alimentos, laboratórios ambientais e de CQ — a escolha correta da tecnologia e dos padrões impacta diretamente na rastreabilidade, repetibilidade e robustez analítica.
Leia o artigo completo em anaexo e agende uma conversa técnica para avaliar se sua medição de turbidez está alinhada às melhores práticas.






